O resultado da SEFAZ-CE ainda não tinha saído quando escrevi esse capítulo. Mesmo assim, a grande vitória já tinha acontecido: depois de quase um ano parado, voltei a estudar e cheguei competitivo à prova.
Eu já tinha saído da Força Aérea, passado pelo Tesouro Nacional e tomado posse na SEFAZ-PR. Pensei que tinha me aposentado dos concursos. São Paulo passou — e eu soltei, porque o contexto não deixava entregar o que aquela prova exigia.
Depois veio Guaratuba, o curso de formação, o ambiente de concurseiros de novo. E a pergunta antiga: será que eu ainda estou competitivo?
Esse texto é sobre voltar sem romance. Sobre escolher, soltar e voltar a competir quando a vida já estava no lugar.