A volta do IME não foi vitória. Foi reconstrução.
Cheguei em Fortaleza no dia 23 de abril de 2016, depois de perder o primeiro voo e dormir no aeroporto. Não houve aplausos. Aos olhos de muitos, eu tinha falhado.
A pior desconfiança, porém, era a minha. Ela não grita. Ela sussurra. E faz você estudar com o freio puxado.
No Ari de Sá encontrei estrutura. Troquei pensamento por movimento. Apaguei a frase se eu não passar no ITA, acabou. Quando parei de estudar com medo de confirmar um fracasso, comecei a estudar com liberdade de construir um futuro.
Constância abre portas. A repetição constrói.